Detalhes do encontro com Esser

O presidente da Associação dos Jornalistas no Serviço Público (Ajosp), Cláudio Vilaça, sumarizou o histórico sobre como nosso movimento vem atuando em Minas para viabilizar a conferência, ressaltando a realização de seminários, audiências públicas e formação de comissões regionais em algumas cidades mais representativas desta unidade da federação.

A comunicação como um direito humano foi focalizada pela diretora do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais e coordenadora do Comitê Mineiro do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC-MG), Lidyane Ponciano.

Ela também falou sobre alguns dos principais pontos a serem tratados nas conferências e destacou a diversidade cultural do Estado lembrando que uma das discussões importantes dos movimentos pela democratização da comunicação é diversificação e regionalização da produção. “Sabemos que o governo de Minas reconhece a importância da comunicação e contribuirá para que nosso Estado seja referência dentre as conferências”.

José Guilherme Castro (Escola de Samba Cidade Jardim) relembrou a atuação determinante do governador Aécio Neves na criação da Comissão de Legislação Participativa da Câmara Federal, quando presidente daquela casa. Salientou também que os presidentes das entidades representativas das televisões universitárias, comunitárias e legislativas são mineiros, demonstrando a vocação natural das Gerais para esta relevante atividade, materializada na fabricação de equipamentos de alta tecnologia instalada em Santa Rita do Sapucaí, um destacado pólo nacional do setor.

A excelência de outras conferências já realizadas em Minas, foram mencionadas por Alexandre  Braga (Unegro), como um sinal positivo para que a de comunicação reflita a mesma disposição.

“A chantagem dos empresários impede a concretização da Confecom”, sentenciou Kerisson Lopes, do Sindicato dos Jornalistas, defendendo que publicar o decreto o mais cedo possível vai pressionar governo e empresários.

O subsecretário Sérgio Esser salientou a determinação do governo em trabalhar interagindo com a população, por meio das novas mídias, destacando a rede mundial de computadores. Expôs a forma como vem selecionando as mídias para difusão da publicidade institucional.

A televisão é por audiência. Veiculam também em emissoras de rádio, inclusive naquelas que atuam mais perto da comunidade, somente com emissoras vinculadas à Amirt – Associação Mineira de Rádio e TV. O objetivo é evitar as chamadas “rádios piratas”, ou seja, que operam sem autorização legal, manifestando sua ciência de que este tema será debatido na conferência, motivo pelo Heitor Reis (Abraço – Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária) julgou por bem não aprofundar neste conceito, no momento, para não dispersar o propósito da reunião.

Utiliza jornais de Belo Horizonte e interior, de cidades maiores que 50.000 habitantes. Em função de interesses regionais, há veiculação de publicidade em mídias localizadas.

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